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Nas últimas semanas tenho conversado com diversos empresários e participado de alguns eventos que me levaram a concluir que teremos um 2018 um pouco melhor que este ano que se encerra.

Participei no último dia 9 de novembro de um evento organizado anualmente pela SOBRATEMA, que reúne em torno de 400 profissionais do setor de construção, onde são apresentados vários indicadores do mercado de equipamentos. Este ano, o evento teve a participação do economista Luís Artur Nogueira, apresentando o tema: “O Brasil voltará a crescer: Desafios e Oportunidades”.

Já o jornalista Brian Nicholson apresentou os dados do estudo de mercado que a SOBRATEMA desenvolve desde de 2007, com a previsão de vendas de equipamentos para construção, que neste ano deve ficar em torno de 12.140 unidades, ou seja, uma queda de 15% em relação à 2016.

Além disso, em levantamento feito com 30 empresas do setor, verificou-se que elas apresentam em média mais de 50% de suas frotas de equipamentos paradas.

Para 2018 o Brian prevê um aumento de aproximadamente 8% nas vendas de equipamentos para construção, atingindo um patamar de 13.100 unidades vendidas. Abaixo, o gráfico apresentado por Brian:

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Logo em seguida, o jornalista Luis Artur apresentou uma série de dados sobre o que podemos esperar em 2018. Em sua avaliação, independente dos resultados das urnas, teremos um ano um pouco melhor, com um leve crescimento de nosso PIB. Numa enquete feita aos presentes, foi perguntado qual seria a prioridade se você fosse o presidente, e a resposta foi que 35% dos presentes acham ser prioritária a REFORMA POLÍTICA e 32% dos presentes acharam ser importante a simplificação tributária.

Outro dado avaliado pelo jornalista foi a variação do PIB para 2017 e 2018, onde ele faz uma previsão que em 2017 teremos um aumento de algo entre 0,5% e 1,0% e para 2018 algo em torno de 2% a 3%.

Estes números demonstram novamente, conforme o gráfico abaixo, da variação do PIB desde 1948, que sempre que   temos variações negativas seguidas, começamos um período de grandes variações positivas.

Por isso, continuo sendo um otimista com nosso País e acredito que começaremos um novo período de retomada de crescimento, um pouco mais lento que em períodos anteriores.

Nosso País tem tudo para crescer independente de nossa classe política, pois nossos empresários possuem a competência e determinação para atravessar fases como as dos últimos anos com êxito.

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